Que povo é este?
Que povo é este? Como é ingrata
esta nação!Este deveria ser o questionamento de Moisés ao perceber a ingratidão de um povo que Deus havia livrado da escravidão e do julgo pesado no Egito.
Será que eles
estavam tão cegos que não viram as maravilhas de Deus. O amor que Deus demonstrava
através de coisas sobrenaturais feitas só para protegê-los. Eles tinham o maná
caído do céu, bebiam água extraída da pedra, atravessaram o mar andando, Eles tinham nuvens para protegê-los do sol,
fogo para guia-los à noite.
Que povo é
este?
Moisés estava cansando, decepcionado com tanta
ingratidão a ponto de desejar a morte.
Lendo este
texto fico pensando como somos parecidos com este povo. Quantas igrejas estão
fazendo o mesmo com os seus lideres? Pastores que dão a vida pelas suas
ovelhas. E elas não reconhecem, vivem fazendo oposição a tudo que a liderança propõe,
só para satisfazer as suas vaidades, egoísmo ou interesse pessoal ou só para
contrariar (espírito de discórdia).
O que devemos
fazer?
Acredito que
devemos ser mais agradecidos a Deus por levantar pessoas que estejam dispostas
a serem fiéis ao seu ministério. Devemos também orar para que Deus os oriente
no seu trabalho e estarmos sempre disposto a ajuda-los, apoia-los e orienta-los
quando for preciso.
Assim como há
igrejas, também existem pastores e lideres omissos e ausentes às necessidades
da igreja. Não assumem a responsabilidade de lideres, para a qual foram
chamados, deixam a igreja a sua própria sorte e sem rumo. Não usam o cajado e
quando usam são injustos. Será que Deus como Moisés, também, não está
decepcionado conosco?
Pesemos nisto.
Peçamos a
Deus perdão e oremos a Ele, para que sejam servos mais fiéis e nos dedicar mais
ao Seu trabalho.
Creio que
esta é a vontade de Deus.
Paulo Enon
Rezende.
Muito bom este texto. percebemos que na nossa caminhada como cristão devemos praticar a comunhão. Comunhão que não é só o baba de sábado à tarde, nem a resenha depois do culto. É muito mais do que isto. É se engajar no serviço, é orarmos uns pelos outros é estarmos dispostos a lutar pela “terra prometida” com Jesus no comando.
ResponderExcluirExcelente texto.
É isso aí, muitas vezes estamos na comunidade mas não nos sentimos responsáveis pelo crescimento dela, achamos que a responsabilidade sempre está sobre o outro e o nosso papel é criticar nada é esta bom, por mais que se faça nada é suficiente. precisamos realmente aprender a fazer acontecer, cooperar, e acima de tudo agradecer cada vitória por menor que seja. "A quem honra, honra", sempre.
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